Concerto na Sé – 250 Anos Música Portuguesa

Concerto na Sé – 250 Anos Música Portuguesa

Orquestra Clássica do Centro
Quarteto Vintage
Maestro Sergio Alapont


S É N O V A C O I M B R A


Abertura in Ré Maior, Carlos Seixas
Noturno, A. Fragoso
Concerto para Orquestra de Cordas, Op.17, J.Braga Santos
Estreia das obras
A benção como espada, a espada como benção!
para Quarteto de Clarinetes e Orquestra, Ana Seara
Há uma cidade [. . .], Ruben Dias

entrada gratuita

No dia 13 de novembro, pelas 16h30, na Sé Nova de Coimbra, a Orquestra Clássica do Centro, com direção do seu maestro titular Sergio Alapont e tendo como convidado especial o Quarteto Vintage, interpretará obras de compositores portugueses dos últimos 250 anos com destaque para os conimbricenses. Serão interpretadas obras de Carlos Seixas (Abertura in Ré Maior ), António Fragoso (Noturno) e Joly Braga Santos (Concerto para Orquestra de Cordas, Op.17) para além de duas estreias absolutas, encomenda da Orquestra Clássica do Centro, dos compositores Ruben Dias e Ana Seara. Ruben Dias inspirou-se no Tema ” Refugiados”, dedicado a Aristides de Sousa Mendes no âmbito do projeto ” Nunca Esquecer”, apresentando “Há uma cidade […]”. Um tema que pela sua atualidade foi escolhido para atribuição do Prémio de composição Francisco Martins 2022. Ana Seara, natural de Coimbra, compôs para Quarteto de Clarinetes e Orquestra “A benção como espada, a espada como benção! ” Uma estreia que assinala também o 21º aniversário do Quarteto Vintage e da Orquestra Clássica do Centro.

Com este concerto, a Orquestra Clássica do Centro associa-se à celebração dos 250 anos da entrega da Sé Nova ao Cabido da Sé de Coimbra.

A entrada é gratuita, não carece pré reserva sendo limitada ao(s) espaço(s) existente(s).

Uma organização da Orquestra Clássica do Centro, como o apoio da Diocese de Coimbra, da Dgartes / Ministério da Cultura, da Munícipio de Coimbra e do Turismo Centro de Portugal

O Quarteto Vintage tem sido aclamado e distinguido não só pela excelência técnica e musical mas também pela capacidade criativa e inovadora dos seus projectos. São exemplos disso as várias estreias mundiais e obras dedicadas ao grupo: Ostinando de Bruno Ribeiro; Fado a Quatro e Tributo a Zeca de Vítor de Faria; Polyglot de Mike Curtis; a adaptação para quarteto de clarinetes, marimba e vibrafone da peça de Luís Tinoco Short Cuts; a ópera Serrana-Fragmentos de Vítor de Faria; a primeira versão para quarteto de clarinetes e solista do Quinteto “Stadler”, K. 581 em Lá maior de Mozart; e a primeira versão para quarteto de clarinetes e electrónica de New York Counterpoint de Steve Reich. Mantendo ao longo dos anos uma actividade intensa e dinâmica, o quarteto gravou os discos Art Vintage e Clair de Lune, apresentando‐se nas mais importantes salas e festivais do país, bem como no Japão, Canadá, Itália, Espanha, Bélgica e Suíça. No ano em que celebrou 15 anos, o Quarteto Vintage estreou a primeira obra portuguesa para Quarteto de clarinetes e Banda Sinfónica – Drone Variations de Carlos Azevedo -, encomenda da Banda Sinfónica Portuguesa. Em 2022 fará a estreia mundial da primeira peça escrita para Quarteto e clarinetes e orquestra – “A benção como espada, a espada como benção!” – da compositora Ana Seara, encomenda da Orquestra Clássica do Centro!

Depois de mais de 20 anos de atividade, o Quarteto Vintage continua a convidar o ouvinte para viagens musicais únicas, através de sonoridades ímpares e inspiradoras.

Sergio Alapont, maestro da Orquestra Clássica do Centro, é conhecido pela sua direção apaixonada e inspiradora e um dos maestros da sua geração que mais se destacam no atual panorama musical. Recentemente dirigiu as óperas: Nabucco, no Teatro Real Madrid, La Bohème, na Irish National Opera, a sua estreia nos EUA regendo La Rondine, na Minnesota Opera, uma nova produção de Idomeneo, na Ópera National du Rhin, em Estrasburgo, L’heure espagnol e Gianni Schicchi, na Ópera Lombardia, Carmen, na Ópera de Oviedo, The Merry Widow, na Fondazione Arena di Verona, Le nozze di Figaro, no Teatro Comunale di Treviso e Teatro Pergolesi di Jesi, Poliuto, no Festival de Glyndebourne, com a London Philharmonic Orchestra, La Forza del Destino, na Opera de Las Palmas. Os compromissos para a temporada 2022-23 incluem a abertura do Festival de Pollença, com a Orquestra Sinfónica das Baleares; a abertura da Temporada no Teatro Comunale de Sassari, seguido de apresentações de Don Giovanni; no Teatro Calderón de Valladolid rege Carmen. Estreia-se no Canadá com a Orquestra Sinfónica de Longueuil, na Maison Symphonique de Montreal e dirigirá a Orquestra Sinfónica da Rádio Televisão Espanhola. O maestro Alapont dirigiu orquestras como a London Philharmonic Orchestra, Aalborg Symfoniorkester, Ulster Orchestra, Orchester National d’Ile de France de París, Orchester Symphonic de Bretagne, the Orchestra of the Norwegian National Opera, Orchestra of the Scottish Opera, RTÉ Concert Orchestra, Arena di Verona, Orchestra Sinfonica della RAI, Maggio Musicale Fiorentino, Teatro San Carlo di Napoli, Poznan’s Teatr Wielki, Spanish Radio Television Symphony Orchestra, Orquesta de la Comunidad Valenciana (Palau de Les Arts), Sinfónica de Barcelona e Nacional de Catalunya, ou a Orquesta de Câmara de Bellas Artes no México. Dirigiu ainda alguns dos maiores intérpretes da atualidade como Erwin Schrott, Gregory Kunde, Placido Domingo, Juan Pons, Celso Albelo, Anna Pirozzi, Désiree Rancatore, Ainhoa Arteta, Fabio Armiliato, Maximilian Schmidt ou Roberto de Candia. Algumas das suas gravações estão disponíveis na RAI, RTVE, RTÉ Ireland, Euroradio, Signum Classics e Universal Music. É, desde 2022, maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

Orquestra Clássica do Centro (OCC), apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001 e tem realizado o seu trabalho ao longo dos 21 anos, que conta em 2022, de forma ininterrupta. Enquanto associação, a OCC tem a responsabilidade de gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC). A OCC encontra-se abrangida pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Para além dos concertos que constituem naturalmente a sua atividade principal, organizou concursos, conferências, festivais, encontros e muitos outros eventos, frequentemente em colaboração com outras entidades. Editou vários CD ́s e livros, tendo como objetivo fomentar sempre a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita. A Orquestra Clássica do Centro conta com o apoio da Dgartes / Ministério da Cultura e o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra, tendo como Mecenas plurianual a EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC, ISEC, ESART ou o Instituto Piaget. Em 2022 comemoramos o seu 21º aniversário. Tem, desde março de 2022, como maestro titular Sergio Alapont.

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