“A Vida que nos Toca – A vida que sempre cuidamos”

“A Vida que nos Toca – A vida que sempre cuidamos”

Está a decorrer a semana da vida dinamizada pelo Departamento Nacional da Pastoral Familiar à qual nos temos procurado associar, sobretudo dinamizando as redes sociais.

Em cada dia da semana temos vindo a ser convidados a refletir sobre 6 temas ou etapas que incidem sobre todas as fases da vida do Homem, desde a sua conceção à morte natural, não esquecendo o planeta Terra, a nossa casa comum. Assim, de segunda a sábado, temos vindo a alimentar as redes sociais das nossas paróquias com sub-temas para cada um destes dias, inspirados por textos de vários documentos do Papa Francisco seguidos de mini-temas com a duração de 5 minutos segundo os conteúdos do percurso para casais Amor&Verdade da Comunidade Emanuel: 2ª – Cuidar da Casa Comum – Um planeta que nos toca; 3ª – Cuidar da vida que nasce – Tocar numa nova criatura; 4ª – Cuidar e educar os filhos – Tocar o futuro das gerações; 5ª – Cuidar dos nossos jovens – Tocar na escolha da vocação; 6ª – Cuidar dos nossos idosos – O passado também nos toca; sábado – Cuidar da família – Os laços que se tocam.

Para além deste percurso proposto pela Comunidade Emanuel estamos também a partilhar nas nossas redes e nos nossos sites uma série de reflexões, sempre com cerca de 6 ou 7 minutos, com o cardeal José Tolentino Mendonça.

2ª Feira – Cuidar da Casa Comum – Um planeta que nos toca

O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar (Laudato Si, 13)

Todos podemos colaborar, como instrumentos de Deus, no cuidado da criação, cada um a partir da sua cultura, experiência, iniciativas e capacidades. (Laudato Si, 14)

Esta responsabilidade perante uma Terra que é de Deus implica que o ser humano, dotado de inteligência, respeite as leis da natureza e os delicados equilíbrios entre os seres deste mundo (In Ecologia integral a partir de Gn1 – Armindo Santos Vaz)

3ª Feira – Cuidar da vida que nasce – Tocar numa nova criatura
A cada mulher grávida, quero pedir-lhe afectuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Aquela criança merece a tua alegria. Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo. (Amoris Leatitia, 171)

4ª Feira – Cuidar e educar os filhos – Tocar o futuro das gerações
Toda a criança tem direito a receber o amor de uma mãe e de um pai, ambos necessários para o seu amadurecimento íntegro e harmonioso. […] Não se trata apenas do amor do pai e da mãe separadamente, mas também do amor entre eles, captado como fonte da própria existência, como ninho acolhedor e como fundamento da família. […] é juntos que eles ensinam o valor da reciprocidade, do encontro entre seres diferentes, onde cada um contribui com a sua própria identidade e sabe também receber do outro. (Amoris Leatitia, 172)

5ª Feira – Cuidar dos nossos jovens – Tocar na escolha da vocação
Chegar a ser santo é chegar a ser mais plenamente tu próprio, a ser esse que Deus quis sonhar e criar, não uma fotocópia. A tua vida deve ser um estímulo profético, que impulsione outros, que deixe uma marca neste mundo, essa marca única que só tu poderás deixar. (Christus Vivit, 162)

6ª Feira – Cuidar dos nossos idosos – O passado também nos toca
Assim como Deus nos convida a ser seus instrumentos para escutar a súplica dos pobres, assim também espera que ouçamos o brado dos idosos. Isto interpela as famílias e as comunidades, porque «a Igreja não pode nem quer conformar-se com uma mentalidade de impaciência, e muito menos de indiferença e desprezo, em relação à velhice. Devemos despertar o sentido colectivo de gratidão, apreço, hospitalidade, que faça o idoso sentir-se parte viva da sua comunidade.» (Amoris Leatitia, 191)

Sábado – Cuidar da família – Os laços que se tocam
Igreja é família de famílias, constantemente enriquecida pela vida de todas as igrejas domésticas. Assim, «em virtude do sacramento do matrimónio, cada família torna-se, para todos os efeitos, um bem para a Igreja. Nesta perspectiva, será certamente um dom precioso, para o momento actual da Igreja, considerar também a reciprocidade entre família e Igreja: a Igreja é um bem para a família, a família é um bem para a Igreja.» (Amoris Leatitia, 87)
[…] A beleza do dom recíproco e gratuito, a alegria pela vida que nasce e a amorosa solicitude de todos os seus membros, desde os pequeninos aos idosos, são apenas alguns dos frutos que tornam única e insubstituível a resposta à vocação da família. Tanto para a Igreja como para a sociedade inteira (Amoris Laetitia, 88)

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