Arquivo da categoria Vida Paroquial

Remodelação do Salão Paroquial

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30 Abr 2020
Fundo para Obras = 31.544,98€ 
→ Empréstimo: valor disponível 46.704,00€
Pag. 3ª fatura ao construtor 43.296,00€ a 21/04
31 Mar 2020
Fundo para Obras = 72.230,38€ 
→ Empréstimo: valor disponível 46.704,00€
Pag. 2ª fatura ao construtor 43.296,00€ a 18/03
29 Fev 2020
Fundo para Obras = 68.028,83€ 
 
31 Jan 2020
Fundo para Obras = 62.913,93€
→ Feito Empréstimo de 90.000,00€ a 30/01
Pag. 1ª fatura ao construtor
43.296,00€ a 27/01
31 Dez 2019
Fundo para Obras = 101.656,63€
 

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Rua Júlio Diniz, 22
3030-319 COIMBRA

Horário de Missas na Cidade de Coimbra – Página em atualização

Nestes tempos dominados pelos constrangimentos impostos pelo combate à pandemia Covid19, é previsível que muitos horários e locais sejam alterados com alguma frequência. O propósito desta página é procurar anular alguma informação dispersa e atualizá-la num só local. Procuraremos estar informados também dos horários das diferentes paróquias que integram a cidade e divulgá-los aqui bem como das “condições de acesso/participação”  de cada missa celebrada.

A partir de 30 de Maio:

Sábado:

  • 17h00 – SJosé (na igreja, limitado a cerca de 100 pessoas) e Sta Clara
  • 17h30 – SJBaptista – (na rua,protegidos por um sombreado, sem limitação de acesso)
  • 18h30 – Sto António dos Olivais e N. Senhora de Lurdes
  • 19hoo – SJosé (na igreja, limitado a cerca de 100 pessoas)

Domingo:

  • 09h00 – Santa Clara, Sto António dos Olivais
  • 09h30 – SJosé (na igreja, limitado a cerca de 100 pessoas)
  • 10h00 – Mosteiro de Celas
  • 11h00 – SJBaptista – (na rua, protegidos por um sombreado, sem limitação de acesso), Seminário (na rua, nos jardins do seminário, sem limitação de acesso), Sta Clara e  e N. Senhora de Lurdes
  • 11h30 – SJosé (na igreja, limitado a cerca de 100 pessoas)
  • 12h00 – Sto António dos Olivais
  • 17h00 – Santa Clara
  • 18h30 – Sto António dos Olivais e  e N. Senhora de Lurdes
  • 19h00 – SJosé (na igreja, limitado a cerca de 100 pessoas)

NB: até agora ainda não conseguimos recolher informações dos horários a ser praticados na Unidade Pastoral Aeminium
Sto António dos Olivais | Santa Clara

Até 29 de Maio:

Sábado:

Domingo:

Orientações da Conferência Episcopal Portuguesa para a celebração do Culto público católico no contexto da pandemia COVID-19

Bendizemos ao Senhor Jesus Cristo que não nos abandonou neste tempo difícil e agradecemos à Virgem Santa Maria a intercessão nas nossas necessidades, para sermos capazes de compreender e viver todos os acontecimentos pessoais e comunitários como momentos de salvação.

O novo coronavírus continua a propagar-se em Portugal, já que estamos ainda no início desta pandemia. Na parte que lhe cabe, a Igreja tem a grave responsabilidade de prevenir o contágio da enfermidade, em coordenação com as legítimas autoridades governativas e de saúde.

Entretanto, face ao controlo progressivo da pandemia provocada pelo coronavírus COVID-19 no nosso País e ao início das medidas de desconfinamento, esperamos retomar brevemente as celebrações litúrgicas comunitárias e abertas e demais atos de culto público, o que corresponde à natureza da Igreja, assembleia do Senhor.

Reafirmamos o nosso regozijo pela redescoberta e revalorização criativas de numerosas formas pessoais e familiares de prática religiosa, de oração e liturgia doméstica. Com esta nova vitalidade, poderemos enfrentar melhor os meses que nos esperam, sabendo bem que será preciso ainda esperar algum tempo até ao integral restabelecimento da vida eclesial e religiosa. Nada pode substituir a vida sacramental plena. Mas bem sabemos que as celebrações públicas do Culto Divino constituem o cume e a fonte, embora não sejam o todo da nossa vida de fé, esperança e caridade.

Ao mesmo tempo que se retoma a participação comunitária na Liturgia, há que garantir a proteção contra a infeção. Por isso, a Conferência Episcopal Portuguesa convida todos os fiéis a fazerem por si próprios todos os possíveis para limitar esta pandemia e propõe algumas medidas de proteção que dimanam da caridade fraterna.

Estas normas de proteção deverão ser concretizadas em cada Diocese, modificando-as, se for o caso, tendo em conta o que a autoridade de saúde dispuser em cada momento. O bem comum convida todas as Dioceses a caminharem juntas.

ANTES DA MISSA

1. Na impossibilidade de cumprir presencialmente o preceito dominical, convida-se à leitura orante da Palavra de Deus e à oração em casa, aproveitando-se a transmissão mediática das celebrações, também disponível para os que não podem ir à igreja por razões de saúde ou idade.

2. Pede-se aos fiéis que estão ou se sentem doentes que não vão à Missa. No respeito pelas diretivas das autoridades de saúde, poderão receber a comunhão em suas casas recorrendo ao serviço dos ministros extraordinários da Comunhão, logo que possível, devendo observar as mesmas regras de higienização da Comunhão na Missa dominical.

3. Convidam-se fiéis pertencentes a grupos de risco a não frequentar a Missa dominical; por razões imperiosas, poderão ir à Missa durante a semana, em que há menos fiéis.

4. Devem afixar-se, em sítios bem visíveis, cartazes a lembrar as regras de higiene e de distanciamento (anexos da Direção Geral de Saúde).

5. As comunidades cristãs deverão organizar equipas de acolhimento e ordem que auxiliem os fiéis no cumprimento das normas de proteção.

6. Nos horários previstos para as celebrações, as portas de entrada da igreja, claramente identificáveis, deverão estar abertas para evitar que quem acede tenha de tocar nos puxadores ou maçanetas. A comunidade cristã confiará a um pequeno grupo de pessoas a tarefa de velar pelo correto decorrer das entradas.

7. Sempre que possível, as portas de entrada sejam distintas das de saída e haverá percursos sinalizados de sentido único de modo a evitar que as pessoas se cruzem.

8. Os fiéis devem higienizar as mãos à entrada da igreja com um produto desinfetante. As pessoas a quem a comunidade cristã confia esta tarefa porão à disposição frascos dispensadores com uma quantidade suficiente de produto desinfetante e verificarão que todos, sem exceção, desinfetam as mãos.

9. É obrigatório o uso de máscara, a qual só deverá ser retirada no momento da receção da Comunhão eucarística.

10. O acesso dos fiéis às Missas dominicais, às celebrações da Palavra e a outros atos de culto será limitado no número de participantes, de acordo com a dimensão da igreja e as regras aplicáveis, pelas autoridades competentes, a todos os eventos em espaços fechados.

11. Deve respeitar-se a distância mínima de segurança entre participantes de modo que cada fiel disponha, só para si, de um espaço mínimo de 4m2; deve garantir-se, com medidas adequadas, que as distâncias necessárias sejam respeitadas (por ex: barrando acesso a alguns bancos ou alternando as filas, afastando cadeiras; marcando os lugares com cores ou outra sinalética). A regra do distanciamento não se aplica a pessoas da mesma família ou que vivam na mesma casa.

12. Para descongestionar as igrejas com maior afluência de fiéis e quando os sacerdotes já celebrarem a Santa Missa no número de vezes canonicamente permitido, poderão oferecer-se celebrações na ausência de presbítero, com distribuição da comunhão, nas condições previstas. Para evitar que alguns fiéis sejam mandados embora ao chegar a uma igreja com a lotação já preenchida, sugerem-se, onde for viável, diligências de reserva e numeração dos lugares; pode também privilegiar-se o acesso, rotativamente, aos diferentes lugares, povoações ou arruamentos de cada comunidade cristã.

13. Sempre que a meteorologia o permita e haja espaços adequados, faça-se um uso generoso da possibilidade de celebrar atos de culto ao ar livre. Nessas situações dê-se precedência nos assentos às pessoas mais velhas.

14. As pias de água benta junto às entradas da igreja continuarão vazias.

DURANTE A MISSA

15. Os fiéis ocupam os lugares previstos, mantendo as distâncias estabelecidas, sob a supervisão das pessoas a quem a comunidade cristã confia esta tarefa. Não se separam as famílias ou os que vivem na mesma casa. As primeiras pessoas a entrar devem ocupar os lugares mais distantes da porta de entrada.

16. Os fiéis que sintam algum mal-estar durante alguma celebração devem sair imediatamente, acompanhadas pelas pessoas que a comunidade cristã tiver designado.

17.  Habitualmente, além do sacerdote e diácono, a celebração pode desenrolar-se com o número de acólitos adequado ao espaço existente no presbitério para que se cumpram as regras do distanciamento. Nas mesmas condições, podem também intervir um ou dois leitores que poderão estar situados na assembleia. Analogamente, para a dinamização musical das celebrações recomenda-se que haja um número adequado de cantores, acompanhados de algum instrumento, de preferência o órgão.

18. Os leitores e cantores desinfetarão as mãos antes e depois de tocarem no ambão ou nos livros. Não haverá folha de cânticos nem se distribuirão desdobráveis com as leituras ou qualquer outro objeto ou papel.

19. Os recipientes para recolher a coleta não se passarão no momento do ofertório, mas serão apresentados à saída da igreja pela equipa de ordem e acolhimento, seguindo os critérios de segurança apontados.

20. Os sacristães, acólitos ministrantes e outros colaboradores da igreja, equipados com máscaras e luvas descartáveis, devem manusear e limpar os utensílios litúrgicos, e secá-los com toalhas de papel, não reutilizáveis.

21. O sacerdote e o diácono, se estiver presente, desinfetarão as mãos antes da apresentação dos dons. Apenas o sacerdote e o diácono (não os acólitos) pegam nas oferendas e nos vasos sagrados.

22. O cálice e a patena deverão estar cobertos com a respetiva pala, apenas se destapando no momento em que o sacerdote celebrante os toma nas suas mãos para a consagração; as píxides devem manter-se fechadas com a respetiva tampa.

23. O gesto de paz, que é facultativo, continua suspenso.

24. Na procissão para a Comunhão, os fiéis devem respeitar o distanciamento aconselhado. Se for o caso, marcar-se-ão as distâncias no pavimento da igreja. Sendo inevitável uma maior proximidade, os ministros que a distribuem usarão máscara.

25. O diálogo individual da Comunhão («Corpo de Cristo». – «Amen.») pronunciar-se-á de forma coletiva depois da resposta «Senhor, eu não sou digno…», distribuindo-se a Eucaristia em silêncio.

26. Na receção da Comunhão, observem-se as normas de segurança e de saúde, nomeadamente em relação ao distanciamento físico entre os comungantes e à higienização das mãos.

27. Continua a não se ministrar a comunhão na boca e pelo cálice. Eventuais concelebrantes e diáconos comungam do cálice por intinção.

28. No caso de o sacerdote celebrante ser mais idoso ou pertencer a algum grupo de risco, deve ser substituído, na distribuição da Comunhão, por algum diácono ou ministro extraordinário.

29. As regras relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam­-se, de igual modo, às demais ações litúrgicas e aos outros atos de piedade.

DEPOIS DA MISSA

30. As pessoas a quem a comunidade cristã confiou a tarefa de abrir as portas de saída devem fazê-lo depois da bênção final.

31. Os fiéis deixam a igreja, segundo uma ordem fixada em cada comunidade cristã no respeito pelas regras de distanciamento, e não se aglomeram diante da igreja. Algum membro da equipa de acolhimento e ordem velará por isso. As primeiras pessoas a sair devem ser as que estão mais próximas da porta de saída.

32. Após a Missa, proceda-se ao arejamento da igreja durante pelo menos 30 minutos, e os pontos de contacto (vasos sagrados, livros litúrgicos, objetos, bancos, puxadores e maçanetas das portas, instalações sanitárias) devem ser cuidadosamente desinfetados.

OUTRAS CELEBRAÇÕES E ATIVIDADES PASTORAIS

33. Todas as celebrações e atividades pastorais, quando se realizarem ainda em ambiente de epidemia devem observar as seguintes orientações e estão condicionadas ao escrupuloso cumprimento das normas de higiene, distanciamento e outras formas de proteção (uso de máscara e de luvas) que as autoridades de saúde prescreverem.

1. Batismo de crianças

34. Para a signação, no acolhimento, o ministro procederá conforme está previsto na admissão de catecúmenos (RICA, rubrica do n. 83): traça uma cruz diante da fronte de cada batizando, sem contacto físico; os pais, mas não os padrinhos (a não ser que também eles coabitem com a criança a batizar) farão o sinal da cruz na fronte do filho.

35. Para a unção pré-batismal proceder-se-á conforme está previsto no n.º 51 do Ritual Celebração do Baptismo das Crianças: o ministro dirá a fórmula prevista, seguida do gesto da imposição das mãos sobre cada criança, mas sem contacto físico.

36. Em todas as celebrações do Batismo proceda-se à bênção de água fresca e limpa. Na administração da água batismal, haja o cuidado de que a água derramada no ato do batismo não possa ser reutilizada, sendo antes escoada pelo sumidouro ou para uma vasilha distinta, evitando qualquer tipo de contacto entre os batizandos. O ministro poderá usar para todos os batismos a mesma concha, previamente higienizada.

37. Em relação à unção pós-batismal, autoriza-se a exceção já prevista na rubrica do n.º 125 do Ritual para o caso de o número dos batizados ser muito grande: omite-se a unção e diz-se a oração com a adaptação prevista no Ritual.

38. Nenhum dos demais ritos da Liturgia do Batismo supõe qualquer contacto físico a não ser dos pais com a criança que é batizada.

39. Com estes procedimentos, pode ser autorizada a celebração de Batismos quer de uma só criança, quer de várias, com condicionamentos em relação à ocupação do espaço e às normas de higiene e distanciamento iguais às previstas para a celebração da Missa dominical.

2. Iniciação cristã dos adultos

40. Nos ritos do catecumenado, tanto de exorcismo como de bênção, a imposição das mãos far-se-á sempre sem contacto físico; o gesto do sopro será substituído pelo gesto de estender a mão direita em direção aos candidatos e catecúmenos, conforme está previsto nas rubricas (RICA 79).

41. Na signação da fronte e dos sentidos, o celebrante traça uma cruz diante da fronte dos candidatos, de modo a evitar o contacto direto (RICA, rubrica do n. 83); se os candidatos forem muitos, o celebrante traça uma cruz sobre todos os candidatos ao mesmo tempo (RICA, rubrica do n. 84), enquanto os catequistas e garantes traçam uma cruz diante da fronte dos candidatos, de modo a evitar o contacto direto; na signação dos sentidos, o celebrante profere as fórmulas, enquanto os catequistas e garantes traçam o correspondente sinal da cruz sobre cada candidato, mas sem contacto físico.

42. Os livros dos Evangelhos a distribuir a cada catecúmeno deverão estar previamente higienizados e o celebrante procederá à higienização das mãos antes de proceder à sua eventual distribuição; esta far-se-á evitando qualquer contacto entre celebrante e catecúmenos.

43. Omitem-se os ritos auxiliares já previstos como eventuais no Ritual (RICA 89).

44. As unções previstas no tempo do catecumenado far-se-ão exclusivamente nas mãos dos catecúmenos, que as estenderão com as palmas para cima; o celebrante realizará a unção servindo-se de um pouco de algodão embebido no óleo dos catecúmenos, tendo o ministro o cuidado de não tocar diretamente nas mãos dos catecúmenos. Havendo algum contacto, o ministro procederá à higienização dos dedos envolvidos antes de proceder à unção de outro catecúmeno. Após a celebração, o algodão utilizado nas unções será incinerado.

45. No rito da eleição, em vez de cada candidato inscrever o próprio nome, os nomes de todos os eleitos constarão numa lista e proceder-se-á conforme previsto na rubrica do RICA 146. No ato da eleição, os padrinhos aproximam-se dos eleitos, mas não lhes tocam no ombro, a não ser que sejam familiares que vivam na mesma casa.

46. Nas celebrações dos escrutínios, os padrinhos aproximam-se dos afilhados durante as preces pelos eleitos, mas abstêm-se de lhes por a mão direita no ombro, a não ser que sejam familiares que vivam na mesma casa.

47. No rito do «Effathá» o ministro procederá como está previsto na celebração do Batismo de Crianças: estenderá a mão direita na direção dos eleitos e pronunciará a fórmula prevista (RICA 202).

48. Na celebração dos Sacramentos da Iniciação, proceda-se à bênção de água fresca e limpa, como sempre sucede na Vigília Pascal. Na administração da água batismal, haja o cuidado de que a água derramada no ato do batismo não possa ser reutilizada, sendo antes escoada pelo sumidouro ou para uma vasilha distinta, evitando qualquer tipo de contacto entre os batizandos. O ministro usará para todos os batismos a mesma concha, previamente higienizada, ou a sua mão, evitando qualquer contacto físico.

49. Se, por motivos especiais, não se seguir a celebração da Confirmação, a unção pós-batismal será substituída como se indicou na celebração do Batismo de crianças.

50. Na imposição da veste branca, rito que se pode omitir, os padrinhos e madrinhas que ajudam os afilhados a revestir a veste higienizam as mãos antes de o fazer, a não ser que sejam familiares dos afilhados e vivam na mesma casa.

51. No rito da Confirmação proceda-se como em seguida se dirá para este Sacramento. Os padrinhos aproximam-se dos afilhados e, com máscara, dizem o nome do afilhado ao Bispo abstendo-se, porém, de tocar no seu ombro a não ser que vivam no mesmo agregado familiar.

3. Confirmação

52. As celebrações da Confirmação estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa dominical.

53. Os Bispos ponderarão a possibilidade de adiar a celebração do Sacramento da Confirmação. Optando-se pela sua celebração, ministro e crismandos usarão máscara de proteção no momento da crismação.

54. Sendo vários os crismandos, use-se um pouco de algodão embebido do Santo Crisma para cada crismação, tendo o ministro o cuidado de não tocar diretamente na fronte do crismando. Havendo algum contacto, o ministro procederá à higienização dos dedos envolvidos no contacto antes de proceder à crismação de outro crismando. A saudação da paz limitar-se-á ao diálogo, sem contacto. Após a celebração o algodão utilizado na crismação será incinerado.

55. Os padrinhos aproximam-se dos afilhados e, com máscara, dizem o nome do afilhado ao Bispo abstendo-se, porém, de tocar no seu ombro.

4. Primeiras Comunhões

56. As festas da primeira Comunhão estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa dominical.

57. As crianças preparadas para a Primeira Comunhão, e cujos pais assim o desejem, podem, de acordo com o pároco, fazê-la particularmente ou em pequeno número numa Missa dominical, sem excluir uma posterior participação numa celebração mais solene.

5. Sacramento da Reconciliação

58. Na celebração do Sacramento da Reconciliação, para além das medidas gerais, deve escolher-se um espaço amplo que permita manter o distanciamento entre confessor e penitente, que usarão máscara, sem comprometer a confidencialidade e o inviolável sigilo sacramental.

59. Ao terminar, aconselha-se reiterar a higiene das mãos e a limpeza das superfícies utilizadas.

6. Unção dos enfermos

60. Redobrem-se os cuidados de higiene e usem-se máscaras de proteção, evitando-se o contacto físico na imposição das mãos.

61. Na administração do óleo dos enfermos use-se um pouco de algodão embebido no óleo dos enfermos, de modo a evitar contacto físico.

62. Os sacerdotes mais idosos ou enfermos não devem ministrar este Sacramento a pessoas que estejam infetadas por coronavírus.

7. Ordenações

63. Em termos de participantes, as ordenações estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa dominical.

64. Com mais do que um candidato, terá de haver procedimentos de higienização entre a realização dos gestos que impliquem contacto com cada ordinando.

65. A imposição das mãos, em silêncio, do Bispo ordenante sobre a cabeça dos ordinandos, requerida para a validade da ordenação, não terá contacto físico.

66. Na ordenação de novos presbíteros, reduza-se a representação do presbitério (membros do Cabido, formadores do Seminário, párocos de naturalidade, de residência e de estágio…); só esses farão o gesto da imposição das mãos, mas sem estabelecer contacto físico com os ordinandos (tal não é requerido ad validitatem); na saudação de acolhimento na Ordem, o abraço da paz será substituído por uma vénia recíproca coletiva.

67. Na ordenação dos diáconos, reduza-se a presença dos demais diáconos ao mínimo indispensável para a liturgia estacional. Na saudação de acolhimento na Ordem, o abraço da paz será substituído por uma vénia recíproca coletiva.

68. Antes e depois do gesto de obediência (mãos nas mãos) e da unção, ordinandos e Bispo higienizarão as mãos.

69. Os presbíteros e diáconos que auxiliarem os recém-ordenados a revestir-se com os paramentos da sua ordem também higienizarão as mãos.

8. Matrimónio

70. As celebrações matrimoniais estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa dominical.

71. Os anéis (alianças) deverão ser manipulados exclusivamente pelos noivos.

9. Exéquias

72. As exéquias cristãs devem ser celebradas na igreja (com celebração da Palavra ou da Eucaristia) e/ou no cemitério com a presença dos familiares, tendo em conta as normas de segurança.

73. Apesar de tal ser difícil nestes momentos de dor, não deixe de se recomendar a omissão de gestos de afeto que impliquem contacto pessoal e a importância de se manter a distância de segurança.

10. Visitas à igreja para a oração ou adoração ao Santíssimo

74. As igrejas podem estar abertas durante o dia para visitas individuais de oração ou adoração ao Santíssimo Sacramento, desde que se observem os requisitos determinados pelas autoridades de saúde. Os fiéis abster-se-ão de tocar em qualquer imagem ou objeto expostos.

75. As visitas turísticas devem ser condicionadas, segundo as orientações das autoridades competentes.

11. Ações formativas e atividades pastorais

76. As atividades pastorais nos espaços eclesiais (paróquias, centros pastorais, casas de retiro, etc.) como reuniões, ajuntamentos, iniciativas culturais e de restauração, entre outras, seguirão as regras previstas pelas autoridades competentes.

77. As atividades de catequese e outras ações formativas continuarão a ser realizadas apenas por meios telemáticos até ao final deste ano pastoral.

78. Os Bispos ponderarão a possibilidade de adiar outras atividades, incluindo as visitas pastorais.

12. Peregrinações e romarias

79. Peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras atividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam suspensas até novas orientações.

Lisboa, 8 de maio de 2020

[OrientacoesCEP_8maio2020 PDF]

Semana IV da Páscoa

Terço às 18h30 e missa às 19h00, de segunda a sexta, seguida de adoração a partir da casa paroquial até às 23h (inicia às 9h00). Ao Domingo temos missa também online às 11h00.

Pode ainda interagir entrando na nossa sala Zoom: https://zoom.us/j/603800677?pwd=MTYxYXo3RXFDME54MEdYUGhVRktyQT09 (ID da reunião: 603 800 677 Senha: 336437)

Pode continuar a marcar intenções por telefone ( 239 405 706 ou 239 712 451 ou 968 544 141 ou 925 849 526 ) ou por email ( igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com )

Pode, se quiser, contribuir no ofertório:
Paróquia SJBaptista: 0035 0650 00000070730 25 (CGD)
Paróquia SJosé: 0018 00000 1075022001 81 (Santander)

Sexta – 8 Maio 2020

Quinta – 7 Maio 2020

Quarta – 6 Maio 2020

Terça – 5 Maio 2020

Segunda – 4 Maio 2020

Domingo – 3 Maio 2020

Sábado – 2 Maio 2020

Semana III da Páscoa – 26 Abril

Terço às 18h30 e missa às 19h00, de segunda a sexta, seguida de adoração a partir da casa paroquial até às 22h (inicia às 9h00). Ao Domingo temos missa também online às 11h00.

Pode ainda interagir entrando na nossa sala Zoom: https://zoom.us/j/603800677?pwd=MTYxYXo3RXFDME54MEdYUGhVRktyQT09 (ID da reunião: 603 800 677 Senha: 336437)

Pode continuar a marcar intenções por telefone ( 239 405 706 ou 239 712 451 ou 968 544 141 ou 925 849 526 ) ou por email ( igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com )

Pode, se quiser, contribuir no ofertório:
Paróquia SJBaptista: 0035 0650 00000070730 25 (CGD)
Paróquia SJosé: 0018 00000 1075022001 81 (Santander)

Sexta feira – 1 Maio 2020

Quinta feira – 30 Abril 2020

Quarta feira – 29 Abril 2020

Terça feira – 28 Abril 2020

Segunda feira – 27 Abril 2020

Domingo – 26 Abril 2020 – Eucaristia às 11h

Sábado – 25 Abril 2020

Visão da Paróquia

Nascemos do encontro pessoal com Cristo, crescemos na comunhão com Deus e com os irmãos, formamos discípulos que evangelizam com ousadia e servem com amor.

O que é uma visão?

Visão é uma imagem do que Cristo nos chama a tornar-nos, como comunidade, para prosseguir a sua missão de salvação, no nosso ambiente concreto. Ela apresenta um futuro duradouro que suscita paixão e força no coração dos fieis. Como a fé, dá a ver coisas antes que elas se realizem (Hebreus 11,1) Ela responde à pergunta: «Para onde vamos?» Onde queremos estar daqui a 10 anos, 15anos?
Na construção de uma visão pastoral entra o sentir do povo. «Eu vi a miséria do meu povo.» Entra o que o Espírito diz à igreja em cada tempo. (O magistério do papa, dos bispos.) entra as nossas santas insatisfações de discípulos-missionários que já temos partilhado.

Características e vantagens de ter uma visão:

É clara e fácil de comunicar, dá um horizonte comum e uma direção a médio ou longo prazo. Preserva da confusão: Por falta de visão o povo entra no caos” Prov 29,18. Quando a visão é partilhada, torna-se fonte de unidade. Dá sentido e coerência às nossas atividades. Ela é espiritual e estimula a fé, a esperança e a caridade.
É audaciosa e entusiasmante, motiva e dinamiza toda a comunidade. «I have a dream» Suscita a criatividade e congrega energias. Porque é ampla implica cada um na missão, segundos os talentos e carismas. Incarnada, leva em conta o meio ambiente comunitário e nos dá segurança.
É realista e serve de critério para discernir as melhores oportunidades. Permite hierarquizar as prioridades e avaliar os nossos avanços.
Andamos há muito tempo a olhar a paróquia, aspetos positivos e limites, o ambiente externo com as suas oportunidades e também com as suas dificuldades. E foi-se gerando em nós, Efap , algum pensamento comum que acabou por ficar com a seguinte redação:
Nascemos do encontro pessoal com Cristo, crescemos na comunhão com Deus e com os irmãos, formamo-nos como discípulos que evangelizam com ousadia e servem com amor.
Poderíamos dizer desta forma: A paróquia de S. José aspira a ser uma comunidade onde todos fizeram a experiência feliz de um novo nascimento em Cristo, pela açao sentida do Espírito Santo, aspira a ser uma comunidade onde todos se esforçam por crescer continuamente na comunhão com Deus e numa comunhão fraterna cada vez mais sentida e vivida. Aspiramos ainda a ser assíduos à formação contínua como discípulos de Jesus e a formar outros para que não fiquemos numa fé básica mas enraizada no Senhor e aspiramos a ser uma comunidade ministerial em que cada um se compromete num serviço segundo os seus carismas, dons e competências. Por último ansiamos ser uma comunidade missionária que se evangeliza a si mesma e está em saída ao encontro dos seus irmãos- vizinhos e dos irmãos que estão longe para lhes levar o pão da Palavra que salva e o pão que alimenta o corpo.
Se reparardes bem servimo-nos de uma analogia para dizermos a visão:
A analogia é a do processo da vida biológica: Nascemos, crescemos e reproduzimo-nos dando fruto. Não nos faltam na bíblia passagens abundantes deste processo comum a todos os seres vivos e também à vida espiritual.
1º Nascemos como crianças frágeis e muito dependentes dos pais. Ainda não suportamos comida forte mas uma comida doseada. Estamos muito dependentes da envolvência, das boas relações de afeto e de amor dos outros. Paulo tem presente esta tenra idade quando se dirige aos novos cristãos renascidos pelo batismo mas que ainda estão no início da caminhada“1*Quanto a mim, irmãos, não pude falar-vos como a simples homens espirituais, mas como a homens carnais, como a criancinhas em Cristo. 2Foi leite que vos dei a beber e não alimento sólido, que ainda não podíeis suportar. Nem mesmo agora podeis, visto que sois ainda carnais.” 1Cor, 3,1-2)
Esta etapa é fundante da nossa fé. Sem ela andaremos sempre a construir sobre a areia, sobre nada. E no início de tudo está o encontro pessoal com Deus, a experiência do Espírito santo que nos transforma. « No início do ser cristão não está uma grande ideia ou um pensamento ético, mas um acontecimento, um encontro pessoal com Cristo, que dá à vida um novo horizonte e com este um novo rumo». Muitos cristãos, batizados, de todas as paróquias nunca fizeram este encontro e desejam-no. Receberam uma fé como herança sociológica, adotaram-na e muitos são cristãos com muito boa vontade e serão salvos por isso, mas eles próprios gostavam de fazer uma experiência mais íntima e profunda que muda a vida.
2º Crescemos e tornamo-nos jovens autónomos. Deixamos de estar tão centrados em nós e abrimo-nos ao amor, capazes de entrar em relações de amor que nos fazem sair de nós,. “1É nele que toda a construção, bem ajustada, cresce para formar um templo santo, no Senhor. 22É nele que também vós sois integrados na construção, para formardes uma habitação de Deus, pelo Espírito.” (Ef 2,21-22) crescemos na comunhão com Deus e com os irmãos
Terceira etapa
3º Chega a altura da maturidade adulta :
“ A glória de meu pai é que deis muito fruto e assim vos torneis meus discípulos ( Jo 15) “Ele vos conceda, de acordo com a riqueza da sua glória, que sejais cheios de força, pelo seu Espírito, para que se robusteça em vós o homem interior; 17que Cristo, pela fé, habite nos vossos corações; que estejais enraizados e alicerçados no amor. Ef 3,16-1
“. (…) a capacidade de conhecer o amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento, para que sejais repletos, até receberdes toda a plenitude de Deus.”
Esta etapa, no ser humano, é a do compromisso do casamento e do ter filhos, ou do compromisso numa vocação consagrada: é a altura da reprodução para que a vida não seja estéril. Na vida cristã é também a de permanecer em Deus, comprometer-se com Ele no serviço e na vocação já escolhida e ir criando raízes cada vez mais fortes no amor de Deus.
Não chega semear a semente e deixá-la ao abandono. É preciso semear, (primeiro anúncio), acompanhar o crescimento, formar, educar na fé para que a planta dê fruto. Jesus disse um dia «Contemplai como crescem os lírios do campo…quer dizer: observai o processo do crescimento… e Jesus em S. Marcos acrescenta: «O reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. Dorme e levanta-se, noite e dia, enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como. A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga, por fim o trigo maduro na espiga. E quando o trigo o permite, logo se mete a foice, porque já chegou o tempo da colheita».
E S. gregório de Nissa comenta este texto desta forma:
O nosso Criador não nos destinou à vida embrionária; o objectivo da natureza não é a vida dos recém-nascidos. Ela também não visa as épocas sucessivas que se renovam com o tempo pelo processo de crescimento que lhes altera a forma, nem a desagregação do corpo que sobrevém à morte. Todos esses estados são etapas no caminho por onde avançamos. O propósito e o fim da caminhada através destas etapas é a semelhança com o Divino […]; o fim esperado da vida é a beatitude. Mas hoje, tudo o que diz respeito ao corpo – a morte, a velhice, a juventude, a infância e a formação do embrião – todos esses estados, como outras tantas plantas, hastes e espigas, formam um caminho, uma sucessão e um potencial que permite a maturidade esperada.
São Gregório de Nissa (c. 335-395)

O fim de toda a vida cristã é a «semelhança com o divino» outra forma de dizer, a santidade. E nós devemos aspirar a que a paróquia seja uma comunidade de santos a caminho. S. João Paulo II escreveu na Novo Millenium ineunte: “Em primeiro lugar, não hesito em dizer que o horizonte para que deve tender todo o caminho pastoral é a santidade.”(…) Mas, o dom gera, por sua vez, um dever, que há-de moldar a existência cristã inteira: « Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação » (1 Tes 4,3). É um compromisso que diz respeito não apenas a alguns, mas « os cristãos de qualquer estado ou ordem são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade ».[16] (…)Perguntar a um catecúmeno: « Queres receber o Baptismo? » significa ao mesmo tempo pedir-lhe: « Queres fazer-te santo? » Significa colocar na sua estrada o radicalismo do Sermão da Montanha: «Sede perfeitos, como é perfeito vosso Pai celeste »(…) É hora de propor de novo a todos, com convicção, esta « medida alta » da vida cristã ordinária: toda a vida da comunidade eclesial e das famílias cristãs deve apontar nesta direcção. (nº 30-31)
Hoje só vos deixo o processo, a visão de conjunto, para que tenhamos uma bússola e saibamos para onde vamos. O que é importante é remarmos todos na mesma direção. De tal forma que aquela que barre a igreja ou faz os arranjos florais , se lhe perguntarem porque faz isso ela em vez de responder: faça uns arranjos de flores possa dizer: Estou a formar santos para Deus ou sou uma cadeia no processo que começa no primeiro anúncio e que conduz à plenitude da vida cristã.
O que se pretende é uma mudança de paradigma pastoral: Passar de uma pastoral baseada em eventos pontuais e desconexos uns dos outros, a uma visão pastoral que é um processo onde todos se integram, de modo orgânico, no mesmo fim e objetivo.

Alguns de vós já terão visitado a belíssima e vetusta catedral de Chartres em França, inigualável nos seus belos vitrais. Há um belo conto ligado à construção desta catedral que pode ser interessante contá-lo aqui para explicar o que quero dizer:

A história é mais ou menos assim:
Conta-se que um certo filósofo foi um dia visitar a cidade de Chartres. Ao chegar foi observando a azáfama, o vai e vem constante de pessoas atarefadas, o fervilhar de vida e de trabalho da cidade. A certa altura o filósofo deparou-se com um homem que estava a partir pedra e aparentava um enorme cansaço. Treinado, como bom filósofo que era, a fazer perguntas, dirigiu-se ao homem e perguntou-lhe o que é que ele estava a fazer.
O homem que partia pedra, rabugento, cansado, completamente transpirado reponde:
– “A partir pedra! Não vê? É um trabalho difícil, nunca consegui um trabalho a sério, faço o que ninguém quer fazer, estou cansado, cheio de sede… deixe-me em paz”
Silencioso, o filósofo continua a sua caminhada e encontra outro homem que partia pedra e fez-lhe a mesma pergunta:
– “O que estais, meu bom senhor, a fazer?”
– “Estou a partir pedra! É a partir pedra que ganho a vida. Não tenho outro ofício, este é muito duro e cansativo, mas é necessário trabalhar para garantir o sustento da minha família… Olhe, cá me vou arranjando.”
O filósofo continua a andar e encontra um terceiro pedreiro e fez-lhe a mesma pergunta:
– “O que estais, meu bom senhor, a fazer?”
E o homem, erguendo oseu olhar iluminado e feliz respondeu:
– “Eu, meu nobre senhor, estou a construir uma catedral!”

Estavam todos a fazer o mesmo trabalho…o que era diferente? A motivação. O terceiro estava polarizado por uma visão de futuro, a visão de uma bela catedral para adorar a Deus. Ele sabia-se uma parte desse processo orgânico e conexo com outros para que a Visão se tornasse realidade e isso motivava-o. Os outros não tinham visão. O que faziam era um trabalho pontual , desconexo dos outros, sem ver a importância que podia ter no conjunto. Por isso era tão fatigante e cansativo.
A Equipa de animação pastoral e o Conselho pastoral estão ao serviço desta visão e o seu trabalho deve ser constantemente tê-la presente para que todos se sintam envolvidos na construção do novo Templo espiritual ao qual Paulo se refere de uma forma tão bela e tão orgânica Lembro de novo o que já citei no princípio: 1É nele que toda a construção, bem ajustada, cresce para formar um templo santo, no Senhor. 22É nele que também vós sois integrados na construção, para formardes uma habitação de Deus, pelo Espírito.”
A visão é o templo santo…para lá chegar todos temos de nos integrar nessa construção, cada um a seu modo, mas todos a participar para o mesmo, como pedras vivas.
Ora esta visão muda a forma como às vezes nos vemos. Todos sabemos, por experiência, que nas paróquias existe muitas vezes concorrência entre os grupos, porque o meu é que é bom…e não raro, alguns grupos vivem de costas voltadas uns para os outros ou completamente indiferentes. Quando nos deixarmos todos polarizar pela mesma visão que todos queremos construir pode vir a ser diferente…eu percebo então que, cada um, é um elo necessário da construção que se eles faltam, a construção vai ficar desequilibrada.
Termino hoje com avisão geral do processo.
Agora poderíamos começar a explicar cada ponto da visão e onde cada grupo se situa no processo orgânico da construção da visão.
Onde se situa o Alpha? E a catequese de infância? E os coros? E a lectio Divina? E a adoração? E as células paroquias de evangelização? E O conselho económico? E a equipa de comunicação? E os Vicentinos? E o escutismo? E os jovens?

ASJ – Adolescentes de São José no Facebook

Para que possamos estar um bocadinho mais próximo, partilhamos esta música que tem um significado tão especial para o ASJ. Hoje às nossas intenções são por todos aqueles que nos acompanham nesta caminhada 👣❣️⛪
Muito obrigada a estes animadores incríveis: Carolina Barreiros e Miguel Barreiros
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Oitava da Páscoa – online

Sexta feira – 24 Abril 2020

Quinta feira – 23 Abril 2020

Quarta feira – 22 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???

Terça feira – 21 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???

Segunda feira – 20 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???

Domingo da Misericórdia – 19 Abril 2020

Deus de eterna misericórdia, que reanimais a fé do vosso povo na celebração anual das festas pascais, aumentai em nós os dons da vossa graça, para compreendermos melhor as riquezas inesgotáveis do Baptismo com que fomos purificados, do Espírito em que fomos renovados e do Sangue com que fomos redimidos. Por Nosso Senhor.

Sábado da Páscoa do Senhor – 18 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???

Neste sábado em que celebramos já a festa da Divina Misericórdia, celebramos o 2º aniversário do lançamento da Adoração Eucarística em SJosé, de segunda a sexta entre as 8h00 e as 23h, incluindo as noites de quinta e sexta (nestes tempos de COVID das 9h00 às 22h00, online).

Todos são esperados, online, a partir das 17h00: no Facebook, no nosso canal Youtube ( http://bit.ly/2x2eNUW ), no site de ambas as paróquias ou no Zoom ( https://zoom.us/j/603800677?pwd=MTYxYXo3RXFDME54MEdYUGhVRktyQT09 – ID da reunião: 603 800 677 Senha: 336437).

Haverá adoração, palestras, convívio e eucaristia às 19h00.

Sexta feira da Páscoa do Senhor – 17 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???
Deus eterno e omnipotente, que na Páscoa da nova aliança oferecestes aos homens o dom da reconciliação e da paz, fazei que realizemos na vida o que celebramos na fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
PS: amanhã, sábado, estaremos online a partir das 17h, na igreja de SJosé, para celebrar o 2º aniversário do lançamento da Adoração Eucarística em SJosé.

Quinta feira da Páscoa do Senhor – 16 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???
Senhor nosso Deus, que reunistes os mais diversos povos na confissão do vosso nome, concedei àqueles que renasceram pela água do Baptismo a graça de viverem unidos na fé e na caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Quarta feira da Páscoa do Senhor – 15 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???
Senhor nosso Deus, que todos os anos nos alegrais com a solenidade da ressurreição de Cristo, concedei, pela vossa bondade, que, celebrando dignamente estas festas na terra, mereçamos chegar às alegrias do Céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Terça feira da Páscoa do Senhor – 14 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???
Senhor, que nos renovastes e fortalecestes pela celebração dos mistérios pascais, ajudai o vosso povo com a abundância da graça celeste para que alcance a liberdade perfeita e goze um dia no Céu a alegria que já começou a saborear na terra. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Segunda feira da Páscoa do Senhor – 13 Abril 2020

É em tua casa que eu quero celebrar a Páscoa ???
Senhor nosso Deus, que, pelo Baptismo, aumentais continuamente a vossa Igreja com novos filhos, concedei-lhes a graça de serem fiéis na vida ao sacramento que pela fé receberam. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Tríduo Pascal online, a partir de SJosé

Tríduo Pascal – Celebração da Páscoa do Senhor – Domingo

Tríduo Pascal – Sábado, dia 11 – Vigília Pascal às 21h30

Sábado – 21h30 – Vigília Pascal
Domingo – 11h00 – Missa de Páscoa
Domingo – 12h30 – Tocar dos sinos, com todas as outras igrejas de Coimbra, em sinal de alegria e júbilo pela vida nova de Cristo Ressuscitado.

Tríduo Pascal – Sábado, dia 11 – Laudes e meditação às 10h00

Sábado – 10h00 – Laudes seguidas de reflexão (com Comunidade Emanuel e Paróquia de Arroios)
Sábado – 21h30 – Vigília Pascal

Tríduo Pascal – Sexta-feira, dia 10 – Paixão do Senhor às 15h00

Sexta-feira – 15h00 – Paixão do Senhor e adoração da Cruz
Sexta-feira – 21h00 – Via Sacra com o Papa

Tríduo Pascal – Sexta-feira, dia 10 – Laudes e meditação às 10h00

Sexta-feira – 15h00 – Paixão do Senhor e adoração da Cruz
Sexta-feira – 21h00 – Via Sacra (Zoom e redes sociais)

Tríduo Pascal – Quinta-feira, dia 9 – Ceia do Senhor às 19h00

Quinta-feira – 9h00 – Adoração a partir da casa paroquial
Quinta-feira – 19h00 – Ceia do Senhor
Sexta-feira – 10h00 – Laudes seguidas de reflexão (com Comunidade Emanuel e Paróquia de Arroios)
Sexta-feira – 15h00 – Paixão do Senhor e adoração da Cruz
Sexta-feira – 21h00 – Via Sacra (Zoom e redes sociais)
Sábado – 10h00 – Laudes seguidas de reflexão (com Comunidade Emanuel e Paróquia de Arroios)
Sábado – 21h30 – Vigília Pascal
Domingo – 11h – Missa de Páscoa
Domingo – 12h30 – Tocar dos sinos, em conjunto com todas as outras igrejas de Coimbra, em sinal de alegria e júbilo pela vida nova de Cristo Ressuscitado. Convidam-se todas as famílias, este ano privadas da celebração comunitária da Eucaristia e da tradicional Visita Pascal, a unirem-se a esta hora como Igreja doméstica em oração fraterna.

Adoração em direto a partir da casa paroquial

Quarta, dia 8: adoração até às 22h00 – terço às 18h30 e missa às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo de Páscoa teremos teremos missa às 11h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.
Pode ainda interagir entrando na nossa sala Zoom: https://zoom.us/j/603800677?pwd=MTYxYXo3RXFDME54MEdYUGhVRktyQT09 (ID da reunião: 603 800 677 Senha: 336437)
Pode, se quiser, contribuir no ofertório:
Paróquia SJBaptista: 0035 0650 00000070730 25 (CGD)
Paróquia SJosé: 0018 00000 1075022001 81 (Santander)

Segunda, dia 6: adoração até às 22h00 – terço às 18h30 e missa às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

Sexta, dia 3: adoração até às 22h00 – terço às 18h30 e missa às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

Quinta, dia 2: adoração até às 22h00 – terço às 18h30 e missa às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

Quarta, dia 1: adoração até às 22h00 – terço às 18h30 e missa às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

Terça, dia 31: adoração até às 22h00 – terço às 18h30 e missa às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

Entendeu-se transmitir a adoração em direto a partir da casa paroquial a partir de quarta-feira, 25 de março, festa da anunciação do Senhor.

Nas nossas paróquias há várias centenas de adoradores que suportam adoração permanente em SJBaptista das 8h00 de terça até às 23h de quinta (todas as semanas e noites incluídas) e em SJosé de segunda a sexta entre as 8h00 e as 23h00 (sendo que à quarta e quinta a adoração se prolonga ao longo de toda a noite).

Agora, e enquanto o distanciamento social continuar a ser imposto pela autoridades competentes, passaremos a ter adoração online: será transmitida em direto a partir da igreja de SJBaptista no Facebook e nos sites de ambas as paróquias. E é por esta razão que estamos a por estas caras acompanhadas de velas na parte inferior do ecrã: um vídeo a transmitir a adoração será muito “parado”, pois não há imagens em movimento, e o Facebook não gosta nada disso porque consideram um desperdício estar a ocupar os seus servidores de streaming com imagens paradas; ao colocarmos estas imagens no fundo, estamos a promover algum movimento no vídeo, ainda que discreto para não ser factor de distração para quem estiver a rezar. E a ver vamos se conseguimos que o vídeo esteja online durante 14 horas seguidas…

Colabore enviando uma foto sua, por email, para igrejasaojoaobaptista@gmail.com : ela irá aparecer, alternadamente com outras na parte inferior do ecrã. Pode optar, em vez disso, por enviar um link para uma foto do Facebook…

Subscreva o nosso canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCfHSHD2wBoKn3oHKFPBhIGg/videos