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Eucaristia online – 5º Domingo da Quaresma

Domingo, dia 29: missa às 11h00 e às 19h00

Pode continuar a marcar intenções para a missa por telefone ( 239 405 706 – SJBaptista ou 239 712 451 – SJosé ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Domingo teremos missa às 11h00 e às 19h00. É também transmitida a adoração a partir da casa paroquial entre as 9h00 e as 22h00, de segunda a sexta.

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Online no YouTube continuaremos a celebrar missa todos os dias a partir da igreja de S. José: adoração a partir das 18h00, terço às 18h30 e missa às 19h00. Ao Domingo, por agora só temos a Eucaristia, às 11h00.

 

 

 

 

 

 

 


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Adoramos Jesus escondido, apresentamos-Lhe o mundo, a nossa cidade, a nossa família e, em especial, aqueles da nossa comunidade que estão fechados em suas casas sozinhos: Senhor, tem piedade!

Súplica pela libertação da epidemia:
Senhor Jesus Cristo, Deus eterno e verdadeiro, que no seio da Virgem Maria assumiste a nossa condição carnal e Vos fizestes homem,
em tudo igual a nós excepto no pecado, olhai para o nosso mundo,
ferido por uma epidemia de contornos e efeitos ainda imprevisíveis,
e escutai o grito antigo que se eleva do vosso povo em aflição: da peste, livrai-nos, livrai-nos!
Concedei a cura a todos os doentes
que contraíram a infeção com o vírus covid 19.
Protegei do contágio todos os que com eles contactarem.
Abençoai os médicos e enfermeiros chamados a enfrentar esta emergência.
Dai aos governantes discernimento e prudência, e ao povo serenidade e coragem.
Reavivai na vossa Igreja a piedade, a esperança e a confiança na oração.
Despertai em todos a caridade fraterna, a solidariedade e o espírito de entreajuda.
E na vossa misericórdia concedei a vida eterna aos que morreram.
Ámen.

Caros amigos,

Estamos a viver momentos estranhos e que abalam os fundamentos daquilo que conhecemos. Não sabemos ainda bem o que pensar, quais as melhores decisões a tomar, e a que horizontes novos isto nos pode levar. Ainda não tivemos o tempo necessário para processar toda a informação que nos chega e, a partir dela, aprendermos a fazer uma leitura narrativa que nos oriente.

Muitos irmãos, embora o entendam bem e concordem, sentem a inexprimível estranheza de não terem eucaristia dominical e serem convidados a ficar recatados e conformados nas suas casas. É como se, definhando de sede e correndo para a fonte, a encontrassem inesperadamente encerrada e sem data de reabertura. Nós mesmos, pastores, não sabemos bem o que podemos fazer além da oração e de vos dizer que estamos profundamente solidários com todos. Por outro lado, sabemos que esta experiência encerra em si uma potencialidade enorme de transformação. A experiência é, na fé cristã, a matéria prima que nos possibilita descobrir a presença de Deus na história de cada um e na história do mundo. Deus só se descobre nas experiências lidas e interpretadas a partir da fé. Enquanto não entendemos o que vivemos estamos só no “facto”, no «vivido», mas quando começamos a ser capazes de o interpretar, esse facto vivido e amorfo torna-se experiência. Os discípulos de Emaús tinham vivido «um facto», mas não eram capazes de o interpretar. Por isso iam para casa tristes e desconsolados; mas quando Jesus se aproximou deles e, a partir da Escritura, os ajuda a fazer a correlação entre o que estava escrito na Bíblia e o que eles agora estão a viver, o coração começa a arder-lhes lá dentro, pois agora começam a entender. O que eles viveram faz sentido…e assim se abrem à presença do ressuscitado.

Ora há uma experiência do povo bíblico que pode dar luz à nossa experiência deste momento. Foi o exílio na Babilónia. Desde que entrou na Terra prometida o povo de Israel solidificou as suas tradições, costumes, cultura, ritos e sinais. O Templo era o maior sinal da Unidade religiosa e política de todo o país. Quando, invadidos por Nabucodonosor, foram levados à força para o exílio rumo a uma outra terra da qual desconheciam a língua, costumes, religião e cultura, ao chegar, deparou-se-lhes o vazio. Onde podemos adorar a Deus? Como podemos continuar a viver como povo? Onde adorá-lo? Onde oferecer os nossos sacrifícios para obter misericórdia? Quem nos pode consolar e alimentar com a Palavra de Deus? O que podemos esperar do futuro? Há uma passagem muito bonita do livro de Daniel em que Azarias faz uma oração cheia de humildade e em que confessa a situação do povo. Diz assim: «Por amor do vosso nome, Senhor, não nos abandoneis para sempre e não anuleis a vossa aliança. Não nos retireis a vossa misericórdia, por amor de Abraão vosso amigo, de Isaac vosso servo e de Israel vosso santo, aos quais prometestes multiplicar a sua descendência como as estrelas do céu e como a areia das praias do mar. Mas agora, Senhor, tornámo-nos o mais pequeno de todos os povos e somos hoje humilhados em toda a terra, por causa dos nossos pecados. Não temos chefe, nem guia nem profeta, nem holocausto nem sacrifício, nem oblação nem incenso, nem lugar onde apresentar-Vos as primícias para alcançar misericórdia. Mas de coração arrependido e espírito humilhado sejamos por Vós recebidos como se viéssemos com um holocausto de touros e carneiros e milhares de gordos cordeiros. Seja hoje este nosso sacrifício agradável na vossa presença, porque jamais serão confundidos aqueles que em Vós esperam. E agora Vos seguimos de todo o coração, Vos tememos e buscamos o vosso rosto. Não nos deixeis ficar envergonhados, mas tratai-nos segundo a vossa bondade e segundo a abundância da vossa misericórdia. Livrai-nos pelo vosso admirável poder e dai glória, Senhor, ao vosso nome». (Dan 3, 37-41

Todas as seguranças que tinham tombaram como a areia que se escapa por entre os dedos. Não há templo, não há sacerdote, não há profeta, não há oblação, não há nada. Podíamos dizer hoje: Não há igrejas abertas, não há Eucaristia, não há sacramentos, não há sacerdotes presentes, não temos os nossos locais onde procurávamos conforto, amizade, fraternidade. Mas o que é que há? Ontem, como hoje, Há Deus. Deus incarnado e comprometido connosco, pois Ele é o Emanuel. E está sempre com o seu povo. O que Ele procura é um coração humilde e contrito e às vezes para nos voltarmos para Ele mais profundamente, permite que nos sejam tiradas as nossas seguranças habituais, mesmo as religiosas. O povo de Israel, que tinha uma religião muito exterior baseada no templo e no culto do Templo, passou a ter, desde aí, uma religião mais interior, mais purificada.

Acho que não é um acaso que no primeiro Domingo em que não tivemos missas, o evangelho que nos foi dado a escutar tenha sido o da Samaritana em que ela pergunta a Jesus: Onde é o verdadeiro lugar para adorar a Deus? O monte Garizm ou em Jerusalém? E a resposta de Jesus conhecemo-la: «Vai chegar a hora- e já chegou- em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o pai em espírito e verdade, pois são esses os adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade.» (Jo 4, 23-24)

Que cada um de nós, ajudados pela Palavra de Deus, se deixe formar pelo Espírito Santo e tente perceber à luz da fé o que Deus nos quer ensinar com a experiência de pobreza e humildade que vivemos. As provações são sempre oportunidades para nos tornarmos melhores. Mas, quando passamos por elas nunca ficamos iguais; ou melhores ou piores, dependendo do que fizermos com a oportunidade que nos é dada. No entanto a nossa experiência não é tão desoladora como a do povo de Israel. Eles não tinham meios de comunicação social nem internet, nem redes sociais, e nós temos tudo isso para nos apoiarmos uns aos outros e mantermos vivos os laços que nos unem continuando a sermos suporte uns para com os outros. Em cada dia celebrarei missa pelo Facebook e Youtube a partir de S. José, às 19h.

Quem puder, pode colocar-se online.

Coragem a todos e oremos uns pelos outros.

Que Deus vos encha do seu amor e da sua graça abençoando-vos enormemente.

Vosso P. Jorge

Vida comunitária, mas online

Continuaremos a celebrar missa todos os dias a partir da igreja de SJosé, mas online no Youtube e no Facebook: adoração a partir das 18h00, terço às 18h30 e missa às 19h00. Ao Domingo, por agora só temos a Eucaristia, às 11h00.

Para facilitar, estará também disponível nas páginas de ambas as paróquias da nossa Unidade Pastoral: www.igrejasaojose.pt e www.paroquiasaojoaobaptista.net num menu “Missa online”.

Pode continuar a “dar o nome” para as intenções ou marcar as suas intenções de missa e assistir/participar pelo Youtube: por telefone ( 239 712 451 | 925 849 526 ) por email igrejasaojosecoimbra@gmail.com ou igrejasaojoaobaptista@gmail.com
Estamos a preparar uma plataforma (e está quase) a partir da qual os diversos grupos das nossas paróquias se poderão encontrar. Online, claro. E cada um em sua casa.

Suportemo-nos uns aos outros também na oração, nestes tempos difíceis.

ENCONTRO DIOCESANO DE ACÓLITOS

O passado dia 29 de fevereiro foi especial. Não só por ter voltado a acontecer desde 2016, mas porque o nosso Bispo D. Virgílio convidou todos os acólitos da Diocese de Coimbra para um Encontro Diocesano. Foi novidade, ninguém sabia muito bem o que esperar, mas penso que todos regressámos a casa de coração cheio.

Às 10 horas da manhã de sábado, o Seminário Maior de Coimbra encheu-se de pessoas. Pessoas da cidade e pessoas de fora, adultos e crianças…

O dia começou com a oração da manhã em conjunto. Depois, o Sr. Bispo dirigiu-se a todos com a pergunta “Onde nos alimentamos de Jesus?” para logo dar uma resposta certa e decidida “Na Missa”. A Eucaristia é o mistério que celebramos, em que acreditamos, que adoramos, e, acima de tudo, que vivemos. É o mistério da nossa fé. E nós, enquanto acólitos, estamos próximos deste mistério de uma forma especial. É por isto que, como nos disse o Sr. D. Virgílio, um acólito deve ser honesto e trabalhador, bom filho e bom irmão. Um acólito deve influenciar o mundo em que vive. A manhã terminou, por entre cânticos e palavras (e algumas perguntas curiosas ao Sr. Bispo), com a certeza de que “não há nada melhor numa paróquia do que um grupo de acólitos”, que deve ter momentos de formação, mas também de oração em grupo, porque “uma celebração não se improvisa”.

Depois do almoço houve grupos de partilha, que nos permitiram encontrar uns com os outros e abrir horizontes. O dia terminou da melhor maneira, com a ideia inicial. Qual o nosso alimento? A Eucaristia. E foi com uma Sé repleta de acólitos, alguns até bem pequeninos, que celebrámos a Eucaristia Dominical. O mistério da nossa fé.

E, assim, partimos acólitos para as nossas casas, mas acólitos mais fortalecidos.

Isabel e Pedro Caetano
(Paróquia de São João Baptista)

Say Yes – depois da peregrinação a Fátima

No passado sábado adolescentes e grupo de jovens da paróquia de SJBaptista tiveram uma sessão especial e extra do Say Yes para poderem partilhar, refletir, avaliar e ver as fotos da peregrinação que haviam feito de Caxarias a Fátima no fim de semana anterior (pela rota Carmelita – que é mais longa)! “Subé!”

🌵 “No deserto preparem o caminho para o Senhor; façam no deserto um caminho reto para o nosso Deus” Is 40: 3 🌵

Entretanto têm-se vindo a alinhar para começar a animar a missa vespertina que na nossa paróquia é às 17h30: andam imparáveis e cheios de “bicho carpinteiro” – ou então cheios de fervor missionário. Força: precisamos de muitos e bons discípulos missionários!

Oração de Cura e Misericórdia – As provações de S. José

Como tem vindo a acontecer desde há uns meses a esta parte, no serão de cura e misericórdia, depois de um tempo inicial de louvor ao Senhor sacramentalmente exposto, é feito um pequeno ensinamento/palestra de não mais de 10 minutos – o tempo de uma homilia. Na semana passada foi a partir de Mt 1, 18-25.

S. José teve muita sorte em ser o esposo de Maria e o pai humano de Jesus. Mas a sua vida não foi sempre muito fácil e repousante! Pelo contrário, a extraordinária responsabilidade que lhe foi entregue conduziu-o à santidade através de circunstâncias dramáticas. Vamos agora dar aqui alguns exemplos e veremos como este homem pode ser para nós modelo nas provações que ele teve de superar e que, por vezes, são semelhantes às nossas.

Primeiro que tudo, S. José sentiu-se certamente perplexo e ultrapassado pelo anúncio do nascimento sobrenatural de Jesus. Ele viu-se diante do incompreensível. Não podendo duvidar de Maria, ele com certeza duvidou de si próprio, sentindo-se indigno da missão grandiosa que lhe estava a ser proposta e que transtornava por completo os projetos de vida que ele legitimante tinha pensado com Maria. Qual é então a sua reação? É a de uma obediência a Deus imediata, total. Ele não discute, não entra em rodeios, não hesita. Ele é um homem justo, quer dizer “ajustado” à vontade de Deus em todas as coisas, mesmo quando não compreende tudo. A sua vida de homem justo, orante e crente, já o tinha preparado para desempenhar este papel extraordinário e a avançar.

Chegado a Belém, com a sua mulher quase a dar à luz, não é recebido na hospedaria: “E quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz, e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria”. (Lc 2,6-7). Como S. José deve ter ficado dececionado, inquieto, tomado por um sentimento de impotência, ele que queria fazer o melhor possível pela sua mulher e pelo seu filho, estar à altura dos acontecimentos… Foi preciso aceitar a humilhação de não poder fazer nada, apesar do seu desejo, do seu amor. A única solução que conseguiu encontrar foi abrigarem-se num estábulo miserável. Ele só pode oferecer a sua pobreza, a sua boa vontade, a sua incapacidade. No entanto, é quando ele se deixa guiar na pobreza que ele percebe qual era o verdadeiro plano de Deus: o nascimento do Salvador do mundo na humildade mais profunda, na indiferença e rejeição dos homens.

Mais tarde, ele não pode deixar de se angustiar face às incertezas do seu futuro e da sua família. O rei Herodes quer matar o seu filho; é urgente fugir para o Egito, emigrar para um país estrangeiro, onde perde todas as suas referências, sem saber quanto tempo iria durar esse exílio.

“O anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e fica lá até que eu te avise, pois Herodes procurará o menino para o matar. E ele levantou-se de noite, tomou o menino e a sua mãe e partiu para o Egito, permanecendo ali até à morte de Herodes.” (Mt 2, 13-15)

Quando Jesus tinha doze anos, S. José perde-o em Jerusalém, ele que era o responsável pelo menino diante de Deus. Qual deve ter sido de novo a sua angústia, como se deve ter recriminado a si mesmo!

A própria Maria declara ao seu filho quando o reencontram no Templo ao fim de três dias de aflição: “Filho, porque nos fizeste isto? Olha que teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura!” (Lc 2, 48).

Em todos estes acontecimentos, S. José escolheu um só caminho: obedecer a Deus, escutar a sua palavra, transmitida pelo anjo e pelo seu filho. Ele, tal como Abraão seu ancestral, confiou sempre no Senhor, sem desfalecer. Ele guardou uma fé total, mesmo tendo tido, com certeza, muitas lutas interiores.

Porque ele foi, sem dúvida, provado na sua fé. Ele acompanhou Jesus durante uma grande parte da sua vida oculta, sem nunca ter visto nenhuma das promessas de Deus acontecerem. Ele esperou o cumprimento da palavra de Deus. Parecia ser em vão. Jesus vivia em Nazaré, sem sair muito dali, sem fazer nada de extraordinário: será mesmo ele o Messias? Como ter a certeza? “Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos Homens”. (Lc 2, 40). No entanto, José permaneceu confiante, rezando na esperança, sem exigir explicações da parte de Deus. Numa espera serena face ao mistério silencioso de Jesus, esta criança e depois este jovem tão perfeito, tão dotado, este excelente carpinteiro que não revelava nada do seu destino como Messias.

José perplexo, rejeitado, angustiado, posto à prova como tantos pais, como a maior parte de nós aqui, num momento ou outro da nossa vida. As suas respostas deveriam ser as nossas respostas, porque ele é um guia seguro para cada um de nós.

Como ele, nós deveríamos procurar ser “justos”, preparando-nos pela oração, pela escuta da palavra de Deus, pela escolha de uma vida digna, para nos “ajustarmos” à vontade de Deus. Como S. José, podemos decidir obedecer ao Senhor em todas as coisas, entregando-lhe cada instante da nossa existência. Como S. José, no que quer que nos aconteça, podemos assim permanecer na confiança em Deus, contra tudo e todos, e permanecer firmes na fé, na esperança e na paz.

Conferências Quaresmais – “Laudato si – a leitura do biblista e do cientista”

Na próxima quinta-feira, 19 de março, teremos a terceira sessão das cinco previstas para esta quaresma – sendo que a última será no dia 2 de abril na Sé Nova e consistirá numa celebração penitencial presidida pelo bispo de Coimbra, D. Virgílio, e com inúmeros padres disponíveis para atender em confissão.

Depois da visualização de um filme na primeira sessão e de uma conferência do atual ministro do ambiente da nossa república na segunda, e antes do concerto comentado da Orquestra Clássica do Centro da quarta sessão, na terceira sessão é-nos proposto um painel no qual um cientista e um biblista discutirão a tão falada encíclica Laudato si.

O cientista será o conhecido professor Carlos Fiolhais. Licenciou-se em Física na Universidade de Coimbra em 1978 e doutorou-se em Física Teórica na Universidade Goethe, em Frankfurt am Main, Alemanha, em 1982. É professor catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra desde 2000. Foi professor convidado em universidades de Portugal, Brasil e Estados Unidos.

O biblista será o Frei Fernando Ventura. Teólogo e biblista, foi professor de Ciências Religiosas no ISCRA em Aveiro. É intérprete na Comissão Teológica Internacional da Santa Sé e colabora, como tradutor, com diversos organismos internacionais. Ministra cursos e retiros, percorre o mundo, de convite em convite ou de conferência em conferência, como tradutor. É assíduo comentador de actualidade social e religiosa na SIC Notícias. A TSF escolheu-o como “figura do ano” em 2010.

Dia 19 de março às 21h00 do Salão de S. Tomás, no Seminário Maior de Coimbra.

Como bem-educar um filho hoje?

Os secretariados de catequese de ambas as paróquias de SJosé e SJBaptista uniram-se para preparar uma tarde de sábado diferente e que coincidirá com a rampa final do segundo período letivo.

No próximo dia 21 de março teremos em SJosé uma sessão de cinema bíblico para as crianças da catequese a partir das 14h00, e uma conferência para os pais que decorrerá em SJBaptista a partir das 14h15.

A conferência que procurará explorar boas práticas na educação dos filhos estará a cargo do padre jesuíta José Eduardo Lima, sj – o diretor da Companhia de Jesus no Porto.

Tudo terminará de um lanche seguido de eucaristia.

Percurso para casais Ela&Ele

Deverá arrancar este sábado, dia 14 de março, este percurso destinado a casais, qualquer que seja a sua situação perante a Igreja.

Em poucas palavras, trata-se de um percurso em “oito jantares românticos”, em que cada casal começa uma refeição a dois à luz das velas, passando depois por uma apresentação temática intervalada por tempos de diálogo em casal, porque não há discussões em grupo.

No final de cada sessão, são propostos exercícios em casal para casa.

Embora seja um percurso promovido pela equipa de pastoral familiar da Paróquia de S. João Baptista, o tema da religião não é propriamente abordado, pelo que é aberto a casais não cristãos.

O preço por casal e por sessão costuma ser de 12€ e há serviço de babysitting.

As sessões decorrem ao sábado à noite, a partir das 20.00 horas.

Sessão 1: Estabelecer bases sólidas
Sessão 2: A arte da comunicação
Sessão 3: A resolução dos conflitos
Sessão 4: O poder do perdão
Sessão 5: Pais e sogros
Sessão 6: Uma sexualidade verdadeira
Sessão 7: O amor em ação
Sessão final: Convívio e balanço

Saiba mais no folheto: https://tinyurl.com/rgndhug